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Fui ao cinema: 2012

Tive o prazer de sair com pessoal amigo e ver o tão anunciado filme sobre o fim do mundo, o 2012 de Roland Emmerich, director de outros filmes de desastre mundial, O Dia Depois de Amanhã e O Dia da Independência. E, como é sempre nos filmes do género, ou o filme é fantástico ou o filme acaba por ser mesmo um desastre. Na minha opinião, e como gosto de ver filmes onde a anarquia é a palavra de ordem, penso que vale a pena pagar umas coroas (sim coroas, que isto está a ficar caro para ir ao cinema) para ver o filme.

Por outro lado, se é daquelas pessoas que gostam de procurar questões filosóficas em tudo que vê, que gosta de um enredo bem estruturado, que acha que um filme deve ser feito para educar e acrescentar algo à sua vida, fique em casa. Se não, recomendo muito. Até porque os efeitos visuais estão fantásticos, e para apreciá-lo totalmente, só mesmo no grande ecrã.

A história em si não tem nada de especial. É o cliché comum: Um cientista desconhecido faz uma descoberta incrível, o assunto chega até o presidente dos EUA – que reúne os outros chefes de estado para encontrar forma de salvar a humanidade – e um pai/ex-marido comum (John Cusack) tenta salvar a sua família a qualquer custo.

Obviamente que com tanto desastre natural, o pessoal não teria qualquer hipótese de se salvar. É por isso que é filme. Em relação às personagens umas pequenas notas:

  • O actor Woody Harrelson está fantástico no papel do locutor de rádio/maluco Charlie Frost e rouba totalmente a cena às outras personagens.
  • Pessoalmente não sou grande fã dele mas, John Cusack (Jackson Curtis) até que teve bem, embora não se tenha destacado muito. Apesar de ser o principal personagem, não é o cientista central da história mas sim o típico pai e ex-marido que salva a sua família.
  • Gostei bastante da personagem Adrian Helmsley, interpretado de forma fabulosa por Chiwetel Ejiofor. A sua maneira de agir e de pensar, bem como a cena tocante que teve ao dirigir-se aos outros presidentes contribuiu para uma boa representação.

Eu gostei e vocês?

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Star Trek: nível de geekyness no auge

Já faz 2 dias que fui ao cinema ver o filme de J.J. Abrams, Star Trek, o 11º filme dessa mítica série e o meu nível de geekyness ainda está alto! Antes de entrar para a sala pouco sabia do que ia ser a história, apenas que ia contar como é que James T. Kirk, Spock e Dr. McCoy e restantes personagens conheceram-se na Starfleet Academy e tornaram-se tripulantes da Enterprise.

Numa só palavra? WOW. Vi um filme fiel à mitologia da série, mas com uma acção intensa do início ao fim, o que pode agradar a várias pessoas, e não apenas os fãs. Embora algumas personagens me tenham surpreendido, casos da sensualidade descarada da Uhura, o coitadinho do Checov e a falta de mais alguma coisa no Spock, a nota é muito positiva!

Chris Pine está excelente no papel do rebelde James T. Kirk. O Zachary Quinto fez um Spock interessante, embora ache que devia ser um pouco mais Vulcano e menos humano (talvez por ser ainda um rookie na Academia). 

Como disse anteriormente, o filme emociona quem é fã da série, e pode agradar quem nunca viu um episódio ou filme anterior sequer, visto ter um enredo fácil de ser entendido, guião bem construído e acção frenética, daquelas que colam uma pessoa à cadeira e não deixa respirar. É claro, sem perder os elementos da ficção científica que fizeram a fama, as naves fantásticas, os extra-terrestres assustadores (que bicho assustador naquele planeta).

Nota: Se ainda não viu o filme, aconselho a não ler o próximo parágrafo visto conter spoilers.

A minha maior surpresa foi aparecer Leonard Nimoy, o Spock original da série. Está tão velho o homem, mas esteve à altura! Quando ele começa na parte final com as famosas palavras: “Space, the final frontier…”, tenho a certeza que todos os geeks quase desmaiaram. Destaco também a música do fim, em memória à música original da série Star Trek. Fabuloso!

Aqui têm o trailer do filme. Aproveitem a boleia que ainda vão a tempo da sessão da meia-noite :>

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Citação da semana #1

“The sand is so red because it is stained by the blood of our people.”

Colonel Coetzee, Blood Diamond

Foram estas as palavras que o Coronel Coetzee disse a Danny Archer (Leonardo di Caprio) sobre o porquê de não abandonar o continente africano.

Para compreenderem o verdadeiro sentido desta citação, sugiro ver o filme Diamante de Sangue, que foi um filme que me marcou completamente.

Trailer:

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Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Indiana Jones Capa

Fui ontem à noite ao cinema ver a estreia de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Passei duas horas bastante agradáveis com amigos ao vermos as loucas aventuras de Harrison Ford no papel de Indy, professor catedrático em part-time e explorador como profissão.

Indiana Jones

Apesar dos seus 65 anos de idade, Harrison Ford mostra que ainda não perdeu o jeito de Indiana Jones e esbanja carisma em todas as suas cenas, além de fazer ele mesmo as suas próprias cenas de acção. Shia LaBeouf confirma-se como astro no papel de Mutt, mostrando principalmente o seu bom humor já comprovado em Transformers, no qual o cabelo, mesmo em situações de grave perigo, não pode estar dessaranjado. Cate Blanchett e John Hurt brilham nos seus respectivos papéis, e Karen Allen que voltou como Marion Ravenwood, a mulher que deu muito trabalho a Indy em “Os Caçadores da Arca Perdida”.

Indiana Jones

O filme alterna momentos tensos e momentos de muito bom humor (principalmente humor físico). Na história, os comunistas são liderados pela bela Irina Spalko (Cate Blanchett, numa atuação deliciosamente exagerada) estão à procura da lendária Caveira de Cristal de Akator, artefacto que pode trazer um misterioso poder àqueles que a possuírem. Indiana Jones sai em busca da caveira acompanhado pelo jovem “greaser” Mutt Williams, seguindo as pistas misteriosas do professor Harold Oxley que enlouqueceu e depois desapareceu. Enquanto os 3 filmes anteriores eram homenagens às séries de aventura dos anos 30, este novo Indiana Jones traz muita influência da sci-fi dos anos 50 (o filme occore em 1957). Não faltam na trama, referências ao famoso caso Roswell (onde teriam sido vistos discos voadores) e à Area 51 (cenário do início do filme), e várias especulações sobre extra-terrestres.

Indiana Jones

Algumas poucas coisas não gostei, aliás quase nada. Alguns efeitos especiais pareciam que podiam ser feitos de uma melhor forma e o melhor momento do filme não é o final, onde andei um bocado à nora. Mas não atrapalhou a diversão e o entusiasmo do início ao fim. Temos os vilões ‘caricatos‘, temos os milhares de tiros que nunca acertam os protagonistas, temos óptimas doses de humor, mistério, elementos sobrenaturais, histórias e fantasias, ou seja, tudo, absolutamente tudo que sempre tivemos nos filmes de Indiana Jones.

Indiana Jones

Ainda que as críticas que vi não sejam muito favoráveis ao filme, muito devido à história em si – o qual foi o motivo de discórdia entre Steven Spielberg, Harrison Ford e George Lucas, não há como negar que É Indiana Jones. Mesmo que o tesouro da vez não seja uma Arca da Aliança (curta aparição no filme) ou as Pedras Sankara ou ainda o Cálice Sagrado ele está de volta, 20 anos mais velho, mas com um espírito e uma vontade fantásticas. Portanto meus amigos deixem as críticas e as dúvidas de lado e corram para o cinema afinal É INDIANA JONES! 😀

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Dragon Ball Z, filme adiado – Nooooooooo

DragonBall Z - filme adiadoSou um confesso apaixonado pela mítica série das 7 bolas do Dragão. Podem dizer o que quiserem mas para mim, fui, sou e serei sempre um grande fã. Não me canso de passear pelo YouTube e procurar vídeos criados por utilizadores (os famosos AMVs) sobre o DBZ.

Quando soube que iam fazer um filme sobre isto, não estava mesmo a ver como isso seria possível mas pelo que vi da equipa técnica que está a fazer o filme, deve sair alguma coisa espantosa. Afinal eles têm um estatuto a manter. Não queremos ver uma das melhores séries de anime numa muito fraca adaptação ao cinema.

Segundo li no GameTuga, o filme estava previsto para ser lançado no final deste ano mas foi entretanto antecipado para Agosto. Que alegria! Mais tarde, a desilusão. O Séries Televisivas, num artigo publicado hoje, indicou que a data foi adiada para 3 de Abril do próximo ano(!). A razão deve-se à grande concorrência dos filmes de Verão com algumas estreias de top, tais como Star Wars: Clone Wars e Tropic Thunder.

Independentemente do filme que será (boa ou má) vou ver na mesma. Os críticos que se lixem. Eu quero é ver com os meus próprios olhos. Nota: É impressão minha ou o Krillin não entra no filme?

Ontem encontrei um vídeo no YouTube que me parece ser fake. A música é obviamente da Banda Sonora dos Transformers e os clips são do Fantastic 4. Não consigo é explicar o dragão. 😕

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Rambo IV, John Rambo is back

John Rambo

Fui esta 5ª feira passada, com mais dois amigos meus, assistir à estreia do filme de Sylvester Stallone, o Rambo IV, nos cinemas portugueses. Acho sempre piada ao facto de Stallone ser neste filme, actor, autor, produtor e realizador do filme. Sempre poupa um bocado de massa à empresa que produziu o filme 😀

Sinopse:Passados 18 anos desde a última aventura, John Rambo é novamente forçado a deixar a sua vida reclusa para fazer justiça com as próprias mãos. Tudo muda quando missionários dos Direitos Humanos o procuram por estarem a desaparecer voluntários. Encontram Rambo a viver em Banguecoque, onde age como um monge e trabalha a consertar tanques e barcos de guerra e dedica-se a arranjar comida para o pessoal. A sua rotina muda quando o grupo de voluntários que o procurou com o objectivo de os levar a eles e suprimentos para Burma desaparece. Um amigo de um dos desaparecidos implora a Rambo que o encontre. Para atender ao pedido, o herói, mais alguns mercenários, inicia a sua missão em território inimigo.

Não sou muito fã de filmes de guerra e apenas fui porque não tinha mais nada que fazer. Acabei por passar uns bons 80 minutos a ver John Rambo, muito mais velho e com cara de poucos amigos, a dar uma verdadeira lição de como é que se deve portar na guerra. Desde a infiltração na base do inimigo até à maneira sorrateira como matou o chefe, foi lindo.

Muitas vezes ninguém percebe o que Stallone diz mas neste filme a sua grande característica são as expressões na cara. Gostei muio de ter visto o filme e recomendo, visto que considero melhor que os outros três Rambos.

Para quem ainda não viu deixo aqui o trailer para o pessoal:

Uma pequena nota: Se alguma vez eu estivesse na tropa a minha especialidade favorita seria a de sniper. Adorei o SchoolBoy 😀