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R.I.P. Cutie

A família está de luto. A nossa pequena cadelinha Cutie deixou-nos ontem, dia 7 de Março de 2008.

RIP Cutie

Durante os seus 11 anos e meio de vida viveu uma grande vida sem dúvida. Natural da África do Sul, tal como eu e as minhas irmas, cedo veio para morar connosco, com o seu pêlo ainda por crescer e com a língua de fora. Cabia literalmente num prato de sopa. Foi vítima de um acidente que mais tarde lhe causou cegueira no olho do lado direito. Porém continuou a viver a sua vida normal de cadela. Foi mãe orgulhosa de 4 crias (1 na primeira ninhada e 3 na segunda – algo raro num Lulu da Pomerânia). Teve os seus altos e baixos mas, em alturas de tristeza e dor convém sempre falar das suas qualidades.

Qualidades essas que faziam rir as pessoas, tais como: ter a capacidade de rezar (juntava as duas patinhas da frente e ladrava incessantemente fazendo parecer que estava mesmo a rezar); de ter vergonha levantando as patas até à cabeça quando lhe sopravam e ter uma loucura por bolachas. Essa loucura por bolachas fazia com que a Cutie literalmente dançasse à volta da bolacha (tipo dança de reconhecimento) e depois pegasse na bolacha e ir comer ao cesto dela.

São momentos como este que nos fazem lembrar os restantes animais que vimos partir para o outro mundo: Lulu, Princesa, Duquesa, Benneton, Vádia, e agora Cutie. A cadela que, provavelmente, mais brinquei desde que me conheço. Ela adorava quando eu chegava a casa das aulas, rodopiava de felicidade. Eu brincava com ela e sem dúvida que gostava desses bons momentos.

A Cutie deixou a família humana e os animais Biju, Preta e Ebony numa grande tristeza.

R.I.P. Cutie 😥

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