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Falhei a minha última oportunidade

Chumbei

Não consegui passar no exame de Sistemas Embebidos. Desta forma e para todos os efeitos tenho que me matricular novamente na faculdade para fazer apenas uma cadeira.

Ainda posso apresentar requerimento para ver se consigo ter acesso aos exames de Novembro para poder realizar o exame novamente mas as perspectivas são bastantes baixas…

Penso que estudei o suficiente para conseguir ter uma boa nota mas o exame era bastante complicado: ninguém tirou positiva.

Revi o exame com o professor, vi os erros infantis que cometi, mas consegui ficar mais esclarecido em relação a alguns aspectos que simplesmente não conseguia entender.

Só espero é que consiga ver o requerimento ser aceite para evitar ir fazer essa disciplina no próximo Março. Contava já começar a trabalhar livre dos estudos mas para já, estou ainda a considerar hipóteses: 70% de não me aceitarem o requerimento e 30% de me aceitarem :/

Afinal, não quero fazer uma disciplina e ter que desenbolsar 500 euros em propinas para fazê-la. Estou abatido, frustrado e completamente em baixo 🙁

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Computação Ubíqua é o futuro

TecnologiaA disciplina de Sistemas Embebidos na faculdade tem sido bastante interessante sobre este tema. Ao longo das aulas, cada grupo tem que fazer uma apresentação com base em artigos que envolvem a computação ubíqua fornecidos pelo professor, com permissão para explorar outros artigos que encontrásse-mos durante a pesquisa para o nosso tema.

Posso dizer que já aprendi coisas bastante interessantes: Smart Buildings, RFID, sem esquecer a “Internet 0” que foi aquele que apresentei, juntamente com o meu colega à 2 semanas atrás. Acontece que este tema é bastante interessante e andava à procura de uma fácil explicação para explicar o que consiste a computação ubíqua.

Acabei por encontrar uma definição porreira no site da Peopleware, pelas mãos do Pedro Pinto, curiosamente publicado dois dias antes da minha apresentação:

“Marc Weiser, considerado o pai da computação ubíqua, previu há uma década atrás que no futuro, os computadores habitarão nos mais triviais objectos: etiquetas de roupas, chávenas de café, interruptores de luz, canetas, etc, de forma invisível para o utilizador.

Neste mundo de Weiser, devemos aprender a conviver com os computadores, e não apenas interagir com eles. Segundo a visão de Mark Weiser – “centenas de minúsculos computadores interagem e integram-se no ambiente de um modo tão natural que deixamos de ter a percepção da sua existência”.

A ideia básica da computação ubíqua é que a computação move-se para fora das estações de trabalho e computadores pessoais e torna-se pervasiva (implica que o computador está inserido no ambiente de forma invisível para o utilizador) na nossa vida quotidiana.

A computação ubíqua é uma área integradora de várias competências – programação; engenharia de software; sistemas de informação; inteligência artificial; redes; sistemas distribuídos.”

Podem ler o resto do artigo aqui.

Internet 0 – A Internet das Coisas

Aqui está uma apresentação que fiz para a disciplina de Sistemas Embebidos sobre a Internet 0 – A Internet das Coisas, no qual explico o que é, como surgiu, quais os princípios que definem a IØ, uma pequena análise ao presente e ao futuro, bem como um caso prático, bem como a respectiva conclusão sobre a Internet of Things.

O trabalho foi baseado em dois artigos fornecidos pelo meu professor bem como algumas pesquisas na Internet e duas conferências do MIT que eu e o meu colega vimos em vídeo. Como se trata de uma apresentação é lógico que tínhamos que explicar o que era pelas nossas palavras e por isso podem achar esta apresentação um bocado complicado. Quando tiver pachorra tempo para escrever aqui uma melhor explicação logo escrevo.

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Balanço da primeira semana de aulas

Muita positiva. É isso que posso considerar a primeira semana de um semestre que prevejo muito trabalhoso.

EAPS (Electrónica de Aquisição e Processamento de Sinais)

Penso que seja a cadeira mais trabalhosa que vou ter. Aulas de Laboratório com 3 trabalhos:

  • Secção Biquadrática de SallenKey como filtro passa-baixo
  • Projecto e implementação de filtros passa-baixo com o CI MF10.
  • Estudo de conversores analógicos/digitais e vice-versa aka ADCs e DACs

Sem esquecer um projecto que tenho que escolher de 13 possíveis enunciadas pelo professor (logo que possível mostro aqui quais)

Vou ter que puxar muito pela cabeça. Nesta cadeira. Os professores são bons e a motivação é grande.

SEI (Sistemas Eléctricos e Industriais)

Basicamente, autómatos. Vou estudar alguns modelos que já existem e depois é força no projecto (olha outro :/). Nas aulas teórico-práticas ainda não tenho bem noção do grau de dificuldade da disciplina e nas aulas de laboratório (que o professor já começou a baldar-se, fui de propósito à aula – exijo que me paguem a gasolina!) Os professores parecem um bocado às aranhas mas certamente é só de vista.

Balanço da faculdade: Trabalho

SE (Sistemas Embebidos)

Uma disciplina que não fazia a mínima ideia do que era. Perguntei aos meus colegas mais avançados mas ninguém soube me dizer em que consistia mesmo isto. Na aula de apresentação constatei que ia trabalhar com simuladores para robótica móvel. Primeira disciplina que ouço falar de linux na faculdade. Mas a turma toda optou por utilizar o Microsoft Robotics Studio e trabalhar com o C# (ao menos é mais uma linguagem que fico a aprender o básico). Talvez ainda passe a dar alguns toques nos programas de linux só mesmo para dar uma vista de olhos por alto. Ao menos já fui o único a conseguir simular um robô no portátil (acho que os outros têm problemas em termos gráficos). Cheira-me que vou gostar muito desta disciplina. Apesar do professor ter dito que não sabe ainda o que fazer com ela (é o 2º ano de vida desta disciplina).

Balanço geral: Motivação, trabalho, suor e muitas dores de cabeça este semestre. Mas creio que passe com boas notas. Em Julho logo veremos…