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Gutsy Gibbon: título da janela grande demais

Update: Funciona para o Ubuntu 8.04 Hardy Heron também.

No Ubuntu Feisty isto não me acontecia mas com o upgrade para o Gibbon lá fiquei com esta estranha imagem (não é minha mas era o mesmo que me acontecia), ou seja, a fonte do título da janela e os botões de maximizar, minimizar e fechar.

Mega fonte

Isto devia-se a um conflito quando o Compiz está a correr. E, para além disso, no ecrã de login uma pessoa ficava com o username e password com uma fonte enorme. Existem várias soluções possíveis mas a melhor de todas para mim, é a seguinte:

Abrir o terminal e escrever:

sudo gedit /etc/gdm/gdm.conf

Procurar por:

[server-Standard]

name=Standard Server

-command=/usr/bin/X -br – audit 0

E mudar para:

[server-Standard]

name=Standard Server

-command=/usr/bin/X -br – audit 0 -dpi 96

Reiniciar o Ubuntu e fica-se com o problema resolvido 😉

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Gutsy Gibbon: instalar placa de som da Intel (snd-hda-intel)

Som

Update: Funciona para os Ubuntus 8.04 Hardy Heron e 8.10 Intrepid Ibex também

Cheira a novo. Depois de uma nova instalação do Ubuntu tive o problema que normalmente tive antes:

  • Sem som no Ubuntu.
  • Som apenas com os auscultadores.

Desta vez, em vez de ir pedir ajuda como antigamente, resolvi pesquisar sozinho (e só mesmo se houvesse bronca é que recorreria a alguém).

Após algum tempo a pesquisar, encontrei a solução para o meu problema:

Hardware

  • Portátil: LG P1 5005P Express Dual
  • Áudio: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) High Definition Audio Controller (rev 02)

1. Abrir o terminal e escrever:

sudo gedit /etc/modprobe.d/alsa-base

2. Adicionar a linha seguinte no final do ficheiro:

options snd-hda-intel model=lg

3. Instalar novos módulos:

sudo apt-get install linux-backports-modules-generic

4. Verificar se ficou bem instalado (em itálico o que deverá aparecer):

lspci | grep -i audio

Audio device: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) High Definition Audio Controller (rev 02)

cat /proc/asound/card0/codec#* | grep Codec

Codec: Realtek ALC880

5. Reiniciar. Ao voltar ao Ubuntu voilá! Som 😉

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Linux ou Windows: esqueçam o dual boot

A primeira vez que ouvi falar de Linux foi logo quando me registei no Webtuga no longínquo ano de 2005. Desconhecia completamente que existia outros “sistemas operativos” para além do Windows. A princípio, pensei que para usar as distribuições era preciso saber muito sobre computadores em termos de hardware e software. Eu gosto de computadores mas não ao ponto de andar sempre em cima deles e querer descobrir as potencialidades que ela me poderia dar. Aprendo conforme vou precisando das coisas logo, posso me considerar ainda um grande newbie nesta área comparado com outros (hardware pouco sei, apenas por alto).

À cerca de um ano, pouco antes do lançamento do Ubuntu Feisty, lá decidi aventurar-me neste mundo. Como pensava que o 7.04 ainda era recente, instalei a versão anterior o Edgy. Tive os problemas do costume para um novato: a altura de definição das partições era sempre o problema, não conseguir voltar para o Windows (instalei como dual boot) mas lá consegui safar-me com ajuda e não tinha som. Rapidamente resolvi os meus problemas e mais tarde, aprendi a deserascar-me com a distro.

LinuxNunca tinha ouvido falar de uma linha de comandos (DOS para mim era desconhecido), sendo que a única vez que o usei foi para fazer o célebre “format c:” e aí nem sequer tinha associado que era isso a linha de comandos. Não tive a “liberdade” nem a curiosidade de saber mais sobre os computadores. A primeira coisa que logo gostei foi a facilidade em instalar coisas: sudo apt-get install …. e quando isso não dava, usar o Synaptic ou actualizar a lista de repositórios. Encontrei o software open-source que todos falavam (Gimp, OpenOffice, Gaim e por aí) e rapidamente aprendi a safar-me (em muito contribuiu o canal IRC do Ubuntu).

Mas, tal como deve ter acontecido com alguns, lá fui lentamente retornando ao Windows (actualmente estou à 2 semanas no XP). Não por uma questão de facilidade mas sim por hábito de jogo (quando se acaba uma novidade logo se perde o interesse) e estive cerca de 3 meses sem lá voltar. Com o lançamento do Gutsy tentei novamente ver e aguentei mais tempo mas, mais uma vez , voltando ao Windows (parece que sou toxicodependente lol).

Resolvi pouco depois deixar o Ubuntu e aventurar-me no Mandriva. 3 dias bastaram para nunca mais lá voltar (não tinha suporte para nada e tinha que estar sempre a instalar coisas – isso deve-se ao facto de ter adquirido a versão Free e não o One como o Bruno Miguel me disse hoje). Voltei para o Ubuntu 7.10 e este ano resolvi testar o OpenSuse. Com o OpenSuse veio também uma pequena curiosidade que não sabia; não há “apt-get”. Pesquisando na net rapidamente percebi que no Suse tinha o “zypper install” logo, distros diferentes, comandos diferentes. Mas, lá está, vou voltando ao Windows para jogar. E depois não tenho vontade de andar sempre a reiniciar o portátil para fazer outras coisas e voltar a reiniciar para jogar. É o problema de ter apenas um computador disponível para fazer tudo. Os meus pais não querem Linux no desktop (preferem o Windows por uma questão de usabilidade e porque não tenho vontade de ir lá de cada vez explicar à minha mãe a milionésima vez de como se vê e-mails) e as minhas irmãs também não querem saber disto.

Eu recomendo Linux. Recomendo o software open-source. Mas certifiquem-se que têm pelo menos 2 computadores para poderem testar. Lamento não passar mais tempo mas têm a minha promessa de que tentarei arranjar maneira de usá-la mais vezes.