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A minha lista de programas para limpeza/manutenção de PCs com Windows

Muitos utilizadores do Windows não se dão ao trabalho de fazerem a respectiva manutenção nos seus computadores e por isso, quando estes começam a dar o mínimo sinal de problemas como por exemplo, ficar mais lento a resposta do sistema, optam por logo formatar. Eu considero isto uma má prática visto que só costumo formatar quando o problema só pode ser resolvido dessa forma e porque formatar a cada 2 ou 3 meses pode danificar o disco rígido.

Ora quando me pedem para arranjar os PCs da malta, a maioria dos casos é pela ausência de manutenção/limpeza do computador e por isso, levo sempre comigo numa PEN, uma suite de aplicações freeware que considero essenciais:

CCleaner

CCleaner

O CCleaner é uma abreviatura para “Crap Cleaner”. Com esta aplicação freeware cuja interface é arrojada, moderna e intuitiva, qualquer utilizador, independente de ser leigo ou um “expert”, pode utilizar o programa sem se deparar com obstáculos. Possui um algoritmo inteligente capaz de identificar a maioria dos softwares instalados  permitindo deste modo, eliminar os ficheiros temporários de todas as aplicações encontradas, tornando a limpeza muito mais profunda e eficiente. Para além disso, melhora bastante o desempenho da máquina limpando o registo exibindo as chaves, um-a-um, e as causas porque motivo foram consideradas inválidas. As análises costumam ser rápidas. No entanto, na primeira vez é capaz de levar um pouco mais de tempo visto que a primeira vez que se está a usar o programa.

Glarysoft Registry Repair

Registry Repair

Considero o Registry Repair um complemento ao CCleaner, embora não precise de ser instalado obrigatoriamente. Problemas com o registo do Windows são a causa mais comum para mensagens de erro e crashes do Windows. Também freeware, permite-lhe reparar o registo e optimizar a performance do PC em apenas alguns passos detectando os problemas causados por entradas, referências e links inválidos no registo. A análise é rápida, minuciosa e segura. nova aplicação que pensa de forma “moderna”, com uma filosofia esclarecida, pois actua de forma a aprender com as rotinas e com a experiência que advém dessas rotinas.

Malwarebytes

Malwarebytes

Vírus, worms, trojans, rootkits, dialers, spyware… As ameaças ao PC recebem várias denominações. Para ser mais simples, pode fazer como o Malwarebytes Anti-Malware e chamar tudo de malware. O processo de detecção e limpeza de ficheiros infectados do computador também é rápido e fácil. Esta aplicação pensa de forma “moderna”, com uma filosofia esclarecida, pois actua de forma a aprender com as rotinas e com a experiência. Para se manter em forma frente às constantes evoluções do malware, a aplicação permite constantemente actualizações às bases de dados para receber os novos códigos. Sem dúvida um must-have.

Spybot Search & Destroy

Spybot Searh & Destroy

O SpyBot Search & Destroy é um programa que elimina o spyware e malware existente no nosso PC. Para mim é um programa imprescindível que ficou popular pela sua simplicidade e competência, embora haja outros muito utilizados também, como o Spyware Doctor. É simples de usar e mantém-se actualizado automaticamente através da Internet. Gosto de usar este programa pelo facto de imunizar (proteger) os ficheiros em tempo real, ao contrário da versão free do Malwarebytes. A análise ao PC leva um bom bocado, fruto da enorme base de dados que o programa possui mas através dessa exaustiva análise, é dos poucos que deixa escapar alguma coisa que seja.

Auslogics Disk Defrag

Auslogics Disk Defrag

O Auslogics Disk Defrag foi desenhado para efectuar uma rápida mas eficaz desfragmentação dos modernos discos duros de hoje em dia. O processo de desfragmentação do disco é baseado na API do desfragmentador padrão do Windows. Isto pode parecer bastante mal pois, já todos sabemos a porcaria que é o desfragmentador do Windows ou seja, extremamente lento. Porém, a velocidade com que o Auslogics consegue desfragmentar o HD é bem satisfatória, o que o torna uma ferramenta indispensável no “canivete” de manutenção de sistema. A interface é muito visual, podendo conhecer o nível de desfragmentação através duma matriz com blocos de diferentes cores e no final da desfragmentação, o desempenho ganho em valores de percentagem.

É com estes programas que podem salvar uma pessoa da formatação de PCs. São rápidos e bastante bons e para além disso, não é preciso gastar um cêntimo para tê-los. Aliado à protecção de antivírus, estas aplicações poderão muitas vezes melhorar o desempenho do computador à distância de alguns cliques. É claro que se usassem Linux como eu, não precisariam nada disto 😀

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Obrigado Bill Gates

Dois anos depois do anúncio da sua saída e depois pelo espectáculo feito no CES2008, Bill Gates sai de cena da Microsoft (embora continue como presidente do conselho da empresa) para passar-se a dedicar à filantropia e à sua fundação juntamente com a mulher, Melinda.

Bill Gates

A Microsoft cresceu com um sistema operativo horrível elaborado a partir de (muito mal elaborado por sinal) cópia de ideias alheias e muito Marketing (área fundamental para a Microsoft estar onde está). Foi apoiado principalmente pela ignorância e preguiça de alguns utlizadores que gostam de coisas bonitas por fora (embora porcas por dentro), além de uma estratégia comercial suja para abafar concorrentes do mercado (somente para citar: Netscape e ICQ). Mas, nem sempre os bons, justos e geniais podem vencer. Infelizmente, até hoje, o dinheiro apoiado por ignorância e publicidade VENCEM. Continue reading

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Linux ou Windows: esqueçam o dual boot

A primeira vez que ouvi falar de Linux foi logo quando me registei no Webtuga no longínquo ano de 2005. Desconhecia completamente que existia outros “sistemas operativos” para além do Windows. A princípio, pensei que para usar as distribuições era preciso saber muito sobre computadores em termos de hardware e software. Eu gosto de computadores mas não ao ponto de andar sempre em cima deles e querer descobrir as potencialidades que ela me poderia dar. Aprendo conforme vou precisando das coisas logo, posso me considerar ainda um grande newbie nesta área comparado com outros (hardware pouco sei, apenas por alto).

À cerca de um ano, pouco antes do lançamento do Ubuntu Feisty, lá decidi aventurar-me neste mundo. Como pensava que o 7.04 ainda era recente, instalei a versão anterior o Edgy. Tive os problemas do costume para um novato: a altura de definição das partições era sempre o problema, não conseguir voltar para o Windows (instalei como dual boot) mas lá consegui safar-me com ajuda e não tinha som. Rapidamente resolvi os meus problemas e mais tarde, aprendi a deserascar-me com a distro.

LinuxNunca tinha ouvido falar de uma linha de comandos (DOS para mim era desconhecido), sendo que a única vez que o usei foi para fazer o célebre “format c:” e aí nem sequer tinha associado que era isso a linha de comandos. Não tive a “liberdade” nem a curiosidade de saber mais sobre os computadores. A primeira coisa que logo gostei foi a facilidade em instalar coisas: sudo apt-get install …. e quando isso não dava, usar o Synaptic ou actualizar a lista de repositórios. Encontrei o software open-source que todos falavam (Gimp, OpenOffice, Gaim e por aí) e rapidamente aprendi a safar-me (em muito contribuiu o canal IRC do Ubuntu).

Mas, tal como deve ter acontecido com alguns, lá fui lentamente retornando ao Windows (actualmente estou à 2 semanas no XP). Não por uma questão de facilidade mas sim por hábito de jogo (quando se acaba uma novidade logo se perde o interesse) e estive cerca de 3 meses sem lá voltar. Com o lançamento do Gutsy tentei novamente ver e aguentei mais tempo mas, mais uma vez , voltando ao Windows (parece que sou toxicodependente lol).

Resolvi pouco depois deixar o Ubuntu e aventurar-me no Mandriva. 3 dias bastaram para nunca mais lá voltar (não tinha suporte para nada e tinha que estar sempre a instalar coisas – isso deve-se ao facto de ter adquirido a versão Free e não o One como o Bruno Miguel me disse hoje). Voltei para o Ubuntu 7.10 e este ano resolvi testar o OpenSuse. Com o OpenSuse veio também uma pequena curiosidade que não sabia; não há “apt-get”. Pesquisando na net rapidamente percebi que no Suse tinha o “zypper install” logo, distros diferentes, comandos diferentes. Mas, lá está, vou voltando ao Windows para jogar. E depois não tenho vontade de andar sempre a reiniciar o portátil para fazer outras coisas e voltar a reiniciar para jogar. É o problema de ter apenas um computador disponível para fazer tudo. Os meus pais não querem Linux no desktop (preferem o Windows por uma questão de usabilidade e porque não tenho vontade de ir lá de cada vez explicar à minha mãe a milionésima vez de como se vê e-mails) e as minhas irmãs também não querem saber disto.

Eu recomendo Linux. Recomendo o software open-source. Mas certifiquem-se que têm pelo menos 2 computadores para poderem testar. Lamento não passar mais tempo mas têm a minha promessa de que tentarei arranjar maneira de usá-la mais vezes.

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#1 – Messenger para Linux: Pidgin

Muitas pessoas vêm parar a este blog por um termo de pesquisa interessante: “messenger para Ubuntu”. Ora como a única coisa que falei sobre tais termos foi mesmo o artigo do Ubuntu Live Messenger, um artigo onde explicava como ter o tema do Ubuntu no Windows Live Messenger (WLM), no sistema operativo do Bill.

Ora como provavelmente pensaram que vieram bater à porta errada, vou explicar aqui vários programas (que eu pelo menos conheço e já usei) para poderem escolher o vosso cliente de mensagens instantâneas (Instant Messaging – IM) quanto ao vosso gosto. Hoje falo-vos do Pidgin.

Para o pessoal que não sabe, este é o cliente que vem instalado por defeito para aqueles que utilizam o GNOME como desktop manager. Trata-se de um programa multiplataforma, existindo também para Windows. A sua grande característica é mesmo a possiblidade de ligar várias redes de IM: (MSN, ICQ, Gtalk, IRC, AIM, Yahoo, Jabber/XMPP, Bonjour, Gadu-Gadu, Novell GroupWise Messenger, Zephyr, QQ, Lotus Sametime, SILC, SIMPLE) sendo um programa ideal para aqueles que simplesmente não querem/apreciam determinado cliente e conseguem juntar tudo num só.

Pidgin

Para além disso, conta também com as ferramentas do costume: smilies (embora ainda não seja possível adicionar smilies personalizados), avatares, janelas agrupadas, registo de conversas, alertas de som, estados do contacto, enviar/receber ficheiros e inclui ainda a possibilidade de instalar plugins para melhorarmos o aspecto visual e o desempenho ao nosso gosto.

Só falta mesmo para o Pidgin o suporte a áudio e vídeo. Para o pessoal que gosta de jogar aqueles jogos do WLM, podem esquecer que este não inclui jogos (isto é para conversas, não para andar a jogar). O site oficial conta com muita boa organização de conteúdos, bastante intuitiva e simples ao nível da navegação pelo site.

Plataformas: Windows e GNU/Linux | Site oficial | Download

Próximo artigo: Kopete

Damn you Windows

Besta do XP. 2 horas para tentar pô-lo de novo a funcionar sem problemas com vários restauros do sistema e vários reinicializações. Já estava a pensar que iria perder um dia inteiro a instalar tudo de novo.

Lá corri o chkdsk r/ para ver se resolvia o problema.

Resultado: funcionou.

Ainda assim, passo mais tempo no OpenSuse do que no XP agora….